quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Sobre amar

Mesmo que você me impeça de te amar
Mesmo que alegue insanidade minha
me diz quem é você pra me dizer pra não voar
Se é você só a borboletinha
E eu sou vendaval!!!
- Léo Fressato




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Damien Rice - My Favourite Faded Fantasy

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Letter 472



Deveras, não me pronunciei sobre a morte de Eduardo, primeiro por que que relevância tem meu comentário nesse cenário como um todo? Segundo porque a concorrência tem sido implacável, por que perder tempo lendo mais um comentário? Provavelmente mais um pessoal e vago sobre isso, pra não dizer estúpido... E por último, mas não menos importante, uma pessoa morreu, e até onde entendo de morte, ela exige silencio, um minuto pelo menos... E isso não é novo, é claro, não o silêncio -uma jornalista pernambucana calada diante desse fato é de impressionar- mas um humano morrer. Só hoje centenas devem ter morrido no mundo inteiro... Mas claro não um governador, talvez futuro presidente de um país, não um de primeiro mundo mas ainda assim um país, e um enorme diga-se de passagem. E o que muitas pessoas não entendem é exatamente isso, ele lutou anos pra ser uma figura pública de destaque mundial e lá está ele no seu auge... Deixem o homem aproveitar, não o homem de fato, afinal está morto, mas sua imagem e biografia. É claro que existe uma família e amigos tristes por isso ( é o que a mídia mais vende) tristes por ter sido tão repentino, tristes por um caixão fechado devido ao estado do morto, tristes sem uma olhar de adeus... Mas quem recebe a morte feliz? Ou quando ela não será repentina? Meus pêsames a família claro, mas não estou triste pela morte de um homem, até porque não o conheci de fato, o que o torna mais um na centena do dia; nem pela morte do político, até porque estou entre os que acreditam que os melhores políticos são os mortos... estou triste pelos vivos que sofrem, os que tiveram que ouvir todos os detalhes e coisas não importantes sobre sua vida e morte por tantos dias, pelos que viram selfies com caixão, pelos que pediam pelo amor de Deus o enterrem logo e deixem-no em paz e os que como eu em silêncio não aguentavam mais os comentários e brigas sobre isso em todo lugar.
Deveras não me pronunciei sobre a morte de Eduardo porque o melhor seria não aumentar o barulho e deixar o silêncio da morte cuidar.
                                                                                                  Wid maSan drelly

sábado, 28 de dezembro de 2013

"Se inventar de novo"